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Mãe e padrasto acusados de matar menina de 5 anos em Itapetininga vão a júri popular

Padrasto encaminhou áudio para o pai biológico da criança dizendo que a menina já estava morta Arquivo pessoal/Vanderleia Monteiro do Amaral O julgamento do...

Mãe e padrasto acusados de matar menina de 5 anos em Itapetininga vão a júri popular
Mãe e padrasto acusados de matar menina de 5 anos em Itapetininga vão a júri popular (Foto: Reprodução)

Padrasto encaminhou áudio para o pai biológico da criança dizendo que a menina já estava morta Arquivo pessoal/Vanderleia Monteiro do Amaral O julgamento dos acusados pela morte da menina Maria Clara Aguirre Lisboa, ocorrida em outubro do ano passado, em Itapetininga (SP), foi marcado para o dia 18 de agosto, a partir das 9h, no Fórum de Boituva (SP). Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), os réus Rodrigo Ribeiro Machado, padrasto da vítima, e Luiza Aguirre Barbosa da Silva, mãe da menina, serão submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri. O processo tramita sob segredo de Justiça. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp 🔎 O júri popular, ou Tribunal do Júri, é uma instituição jurídica em que cidadãos comuns julgam crimes dolosos contra a vida. Os sete jurados decidem a culpa ou inocência, enquanto um juiz conduz o processo. O corpo da menina, que tinha 5 anos, estava enterrado em uma cova rasa e concretada no fundo da casa onde a criança vivia com o padrasto e com a mãe. O laudo necroscópico apontou que a criança morreu por asfixia mecânica por soterramento. O laudo, obtido com exclusividade pela TV TEM, indica que havia terra na traqueia da vítima, o que sugere que ela ainda respirava quando foi enterrada. O exame também identificou traumatismo craniano, compatível com agressões anteriores à ocultação do corpo. Menina morta pela mãe e padrasto no interior de SP foi enterrada viva LEIA TAMBÉM: Homem é agredido a machadadas e forçado a beber agrotóxico após ter casa invadida por criminosos no interior de SP Professor de escola estadual é demitido após exibir em sala de aula foto de aluno usando roupas íntimas em Itapetininga Motorista que atropelou e matou sargento da PM já havia causado acidente com morte no interior de SP O crime De acordo com a perícia, o corpo de Maria Clara, encontrado em 14 de outubro de 2025, estava enterrado havia cerca de 20 dias, ou seja, no fim de setembro. A investigação aponta que o casal ocultou o corpo dois dias após o crime. No início de outubro, a avó paterna de Maria Clara procurou o Conselho Tutelar para denunciar o desaparecimento da neta. Segundo o órgão, a equipe já acompanhava o caso da mãe desde um episódio de ameaça feita pelo padrasto meses antes. Mãe e padrasto confessaram que mataram Maria Clara e concretaram o corpo no quintal de casa em Itapetininga Arquivo pessoal/Vanderleia Monteiro do Amaral Conforme o boletim de ocorrência registrado pelo Conselho Tutelar, não havia contato com a mãe desde agosto. O órgão formalizou o desaparecimento da menina na Polícia Civil no dia 8 de outubro. Após denúncia e diligências, a Polícia Civil encontrou o corpo de Maria Clara em uma cova rasa, já em estado avançado de decomposição. A menina apresentava sinais de lesões provocadas por instrumento contundente, possivelmente ferramenta. No mesmo dia, Luiza Aguirre Barbosa da Silva e Rodrigo Ribeiro Machado foram localizados pela polícia e, durante o interrogatório, confessaram o crime. Segundo a polícia, eles admitiram ter matado a menina e concretado o corpo para esconder o crime. Veja cronologia do caso da menina morta pela mãe e padrasto em Itapetininga (SP) arte/g1 Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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