HORROR NO PARANÁ: Pai é preso acusado de estuprar filhas de 7 e 8 anos na frente do filho de 10
RedeSat
Crime brutal choca moradores e mobiliza autoridades
Um caso de extrema violência e crueldade contra crianças chocou o estado do Paraná após a prisão de um homem suspeito de estuprar as próprias filhas, de apenas 7 e 8 anos de idade. Segundo as investigações, os abusos teriam ocorrido dentro do ambiente familiar e, em uma das situações, na presença do irmão das vítimas, de 10 anos.
De acordo com as autoridades, o suspeito foi preso após denúncias e levantamento de provas que indicam a prática de abuso sexual contra as menores, configurando crime de estupro de vulnerável, um dos mais graves previstos na legislação brasileira.
Investigação e prisão
A ação policial foi conduzida pela Polícia Civil, que passou a investigar o caso após relatos e evidências que apontavam sinais de violência contra as crianças. Após diligências e coleta de depoimentos, a Justiça autorizou a prisão do acusado.
As vítimas foram imediatamente encaminhadas para atendimento psicológico e acompanhamento especializado, conforme prevê o protocolo de proteção a crianças e adolescentes vítimas de violência.
Impacto psicológico nas vítimas
Especialistas destacam que crimes dessa natureza causam traumas profundos e duradouros, principalmente quando cometidos por familiares, que deveriam ser figuras de proteção. O fato de o irmão ter presenciado parte das agressões torna o caso ainda mais delicado do ponto de vista emocional.
O Conselho Tutelar foi acionado e acompanha a situação para garantir a segurança e a assistência integral às crianças.
Crime de estupro de vulnerável
No Brasil, abusar sexualmente de menores de 14 anos é enquadrado como estupro de vulnerável, crime previsto no artigo 217-A do Código Penal. A pena pode chegar a longos anos de prisão, podendo ser agravada quando há vínculo familiar ou repetição dos abusos.
Rede de proteção reforçada
Autoridades reforçam a importância de denúncias em casos de suspeita de abuso infantil. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100, canal nacional de proteção aos direitos humanos.
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