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Máquinas não substituem o homem: tecnologia sem limite não é progresso

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Máquinas não substituem o homem: tecnologia sem limite não é progresso
Imagem da RG Agência

Na opinião do jornalista Gilvandro Oliveira Filho, as máquinas e a tecnologia jamais substituirão o homem. A tentativa de impor essa ideia como inevitável não é avanço — é risco.

Risco social, risco humano e risco moral.

A tecnologia, quando mal utilizada, não apenas automatiza processos — ela elimina empregos, enfraquece relações humanas e cria dependência absoluta. Um futuro onde o ser humano se torna refém de sistemas, algoritmos e máquinas não é um futuro de evolução, mas de submissão.

O Movimento Dignidade Sempre inicia, a partir de agora, uma articulação nacional para defender um princípio básico:

➡️ a tecnologia deve servir ao homem, e não o homem servir à tecnologia.

Não aceitamos um amanhã onde decisões humanas sejam substituídas por códigos frios.

Não aceitamos um mundo onde o trabalho perde dignidade e o ser humano perde valor.

Há quem trate isso como progresso inevitável. Nós tratamos como alerta.

Quando tudo passa a ser automatizado, quando a consciência é substituída pela lógica da máquina, quando o homem abdica do pensamento crítico, abre-se espaço para algo perigoso:

👉 um sistema sem alma, sem ética e sem responsabilidade.

Alguns chamam isso de futuro. Outros já enxergam nisso a metáfora do anticristo moderno — não no sentido religioso literal, mas como símbolo de um mundo onde o humano é descartável e o controle absoluto se impõe.

Não somos contra a tecnologia.

Somos contra o uso irresponsável, desumano e predatório da tecnologia.

Ela deve ser usada para o bem, para ampliar capacidades, salvar vidas, gerar oportunidades — nunca para substituir a essência humana.

Ainda há tempo.

Ainda podemos abrir os olhos.

Ainda podemos escolher.

O silêncio hoje é a escravidão de amanhã.

Dignidade Sempre.

Enquanto é tempo.


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