TV 3.0: resumo e editorial — quem não se adaptar, fica para trás
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A implantação da TV 3.0 no Brasil já começou e não é mais um projeto distante. O Governo Federal oficializou o novo sistema no ano passado, em evento com a presença do presidente Lula e representantes de todas as grandes emissoras do país. A meta é clara: iniciar as transmissões do novo padrão até a Copa do Mundo de 2026.
Para viabilizar essa transição, recursos já estão disponíveis. O governo aprovou a captação de até US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,7 bilhões) em financiamento internacional, além de articulações com BNDES e outras linhas de crédito nacionais. O investimento inicial estimado para a primeira fase da TV 3.0 gira em torno de R$ 3,8 bilhões, voltado principalmente às grandes regiões metropolitanas.
A TV 3.0 vai oferecer imagem de altíssima qualidade, som imersivo, interatividade e integração com internet, mantendo o sinal aberto e gratuito. Para o público, é um salto tecnológico. Para as emissoras, é uma mudança estrutural obrigatória.
Editorial — não é opção, é sobrevivência
A TV 3.0 não é luxo, nem moda. É sobrevivência.
Quem não entender isso agora, vai entender tarde demais.
O dinheiro está na mesa. Os prazos estão dados. O lançamento começa agora, com vitrine internacional na Copa do Mundo de 2026. O governo fez sua parte: articulou recursos, reuniu emissoras, criou o ambiente regulatório. Agora, cabe às TVs decidirem se querem evoluir ou desaparecer.
A televisão que não se adaptar à TV 3.0 fica fora do jogo. Fica tecnicamente ultrapassada, perde audiência, perde mercado publicitário e perde relevância social. O público mudou. A tecnologia mudou. O mundo mudou.
Não existe mais espaço para improviso, atraso ou resistência ao novo. A TV aberta só continuará forte se se modernizar agora. Quem ficar preso ao passado será engolido pelas plataformas digitais.
A TV 3.0 é um divisor de águas. Até a Copa de 2026, o recado é claro:
ou se adapta, ou sai dos planos do futuro.
✍️ Gilvandro Oliveira Filho
Editorial
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